É uma abordagem muito interessante, a deste professor de Ovíedo (Astúrias, uma vez que não toma como ponto de partida das suas análises a "experiência da felicidade" como dado antropológico, mas sim o problema das condições sociais e históricas em que foi possível a formação da ideia de felicidade. Interessantes, também, as primeiras páginas, dedicadas ao estudo da noção de "literatura da felicidade". E não posso deixar de chamar a atenção para o subtítulo, no qual se conjugam as ideias de "auto-ajuda" e desengano. Cumprimentos, Filipe M. Menezes
Muito obrigado pelo seu comentário. É sempre uma honra contar com a participação de um dos principais Consultores Filosóficos em Portugal. De facto, a questão da Felicidade tem sido um dos temas mais desenvolvido pelo nosso Gabinete. A Teoria de Gustavo Bueno é marcante e deve fazer-nos reflectir muito criticamente acerca da mesma. Sobretudo porque nos parece que o seu papel é essencialmente pedagógico, no sentido de aprofundarmos mais um pouco a nossa experiência reflexiva no tema... Desejamos ao Filipe as maiores felicidades para os seus projectos: quer seja o «Via Filosofia» ou o ensino escolar da disciplina, quer seja o seu activismo associativo.
Tenho percorrido um pouco o seu blog e acho curioso que nem uma referência à maior Associação de Portugal de Filosofia Prática com uma dinâmica pouco vista e com actividades constantes mas que nem referencia no seu blog. Já estive em alguma acções levadas a cabo pela Associação e nunca tinha assistido a tanta mobilização na Filosofia. Porque será que se fecha em gabinetes a falar sózinho?
Muito obrigado pela sua participação. Aproveitamos a oportunidade para lhe dar os parabéns pela criação da APEFP. Desejamos as maiores felicidades ao seu projecto. A «Filosofia Aplicada» em Portugal necessita de dinamismo e de qualidade. Quanto ao seu convite para colaborar nas actividades da Associação, estamos disponíveis para as Parcerias que considerar pertinentes.
4 comentários:
É uma abordagem muito interessante, a deste professor de Ovíedo (Astúrias, uma vez que não toma como ponto de partida das suas análises a "experiência da felicidade" como dado antropológico, mas sim o problema das condições sociais e históricas em que foi possível a formação da ideia de felicidade. Interessantes, também, as primeiras páginas, dedicadas ao estudo da noção de "literatura da felicidade". E não posso deixar de chamar a atenção para o subtítulo, no qual se conjugam as ideias de "auto-ajuda" e desengano.
Cumprimentos,
Filipe M. Menezes
Caro Filipe Menezes,
Muito obrigado pelo seu comentário. É sempre uma honra contar com a participação de um dos principais Consultores Filosóficos em Portugal.
De facto, a questão da Felicidade tem sido um dos temas mais desenvolvido pelo nosso Gabinete. A Teoria de Gustavo Bueno é marcante e deve fazer-nos reflectir muito criticamente acerca da mesma. Sobretudo porque nos parece que o seu papel é essencialmente pedagógico, no sentido de aprofundarmos mais um pouco a nossa experiência reflexiva no tema...
Desejamos ao Filipe as maiores felicidades para os seus projectos: quer seja o «Via Filosofia» ou o ensino escolar da disciplina, quer seja o seu activismo associativo.
Cumprimentos,
SECRETARIADO GP.
Tenho percorrido um pouco o seu blog e acho curioso que nem uma referência à maior Associação de Portugal de Filosofia Prática com uma dinâmica pouco vista e com actividades constantes mas que nem referencia no seu blog. Já estive em alguma acções levadas a cabo pela Associação e nunca tinha assistido a tanta mobilização na Filosofia. Porque será que se fecha em gabinetes a falar sózinho?
Caro Eugénio Oliveira,
Muito obrigado pela sua participação.
Aproveitamos a oportunidade para lhe dar os parabéns pela criação da APEFP. Desejamos as maiores felicidades ao seu projecto. A «Filosofia Aplicada» em Portugal necessita de dinamismo e de qualidade.
Quanto ao seu convite para colaborar nas actividades da Associação, estamos disponíveis para as Parcerias que considerar pertinentes.
Com os melhores cumprimentos,
SECRETARIADO GP.
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