quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

UMA AVENTURA VIVIDA NA FELICIDADE

Há 2 meses atrás sugerimos a leitura deste livro. Para o efeito, citámos a frase promocional disponível no sitio da Webboom.












"Durante um ano, o jornalista Eric Weiner viajou por todo o mundo. A partir de Roterdão, onde se encontra o maior centro de estudos mundial da felicidade, o autor definiu o seu itinerário. Escolheu os países que figuram no ranking dos mais felizes do mundo e decidiu explorar os casos intrigantes. Como a Islândia, uma ilha feliz apesar dos longos e penosos Invernos. Ou o Butão, terra paupérrima, onde nem sequer existe um único semáforo, mas que é o cume da felicidade. A Geografia da Felicidade oferece aos leitores uma volta ao mundo em 300 páginas, através de dez países e de dez maneiras diferentes de viver a felicidade."

FONTE: Webboom

Hoje, próximos que estamos de mais um final de ano, sugerimos uma reflexão sobre uma parte curiosa do capítulo 8 (pp. 283-315), dedicado à experiência que o autor viveu na visita que fez à Grâ-Bretanha. O sub-título é: «A Felicidade é um Projecto em Desenvolvimento».
O Gabinete PROJECT@, como sabe, dedica-se ao trabalho de Consultoria Filosófica, nas suas diferentes valências.
Por isso, sempre que nas nossas leituras encontramos referências importantes sobre a Consultoria Filosófica, registamos nos nossos apontamentos e divulgamos pelos nossos colegas e parceiros.
Assim, foi com espanto que encontrámos, na página 294, uma referência a Tim Lebon, Consultor Filosófico inglês e director de cursos na Society for Philosophy in Practice. Não esqueçamos que o narrador deste livro é jornalista.
"Para me fortalecer, vou ter com Tim Lebon, um «conselheiro filosófico». Lebon utiliza os ensinamentos dos antigos para ajudar as pessoas com os seus problemas do século XXI. (...)
Tim ouviu falar da minha demanda pelos lugares mais felizes do mundo e, tal como o funcionário da Imigração, em Heathrow, perguntou-se que diabo fazia eu na Grâ-Bretanha. Encontrámo-nos numa das instituições britânicas mais felizes: o pub local. (...)
Tim tem vários clientes. Todos estrangeiros. Os britânicos não fazem terapia, quer filosófica, quer de qualquer outro tipo, pela mesma razão que não compram livros de auto-ajuda. É visto como fraqueza."


Boa reflexão e, se quiser, envie-nos os seus comentários.
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